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As estacas escavas são frequentemente utilizadas em fundações em locais sem a presença de água. Este tipo de estaca tem limites em relação à carga aplicada, uma vez que é executada mecanicamente, acima do nível do lençol freático. “A produtividade é muito alta e, para obras horizontais, este é um tipo de estaca bastante interessante, desde que as condições geotécnicas permitam sua utilização”, comenta o engenheiro Ilan Gotlieb, presidente da ABEG, em entrevista ao Portal AECWeb. Leia a reportagem completa. 

 

Imagem: getty_dumy67/iStock.com

O poliestireno expandido (EPS) é utilizado na construção de aterros. O projeto de dimensionamento da obra precisa ter estudo geológico e geotécnico do terreno, especificação do material e utilizar os métodos de cálculo adequados. Em reportagem publicada no Portal AECWeb, José Orlando Avesani Neto, professor da Escola Politécnica da USP, sugere um roteiro com 18 passos essenciais para o dimensionamento do EPS. Conheça. 

 

Imagem: Perseomed/iStock.com

As estimativas da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) para o setor imobiliário em 2019 prevêm um aumento de 7% para 13% na projeção de expansão do financiamento total, chegando a R$ 132 bilhões em crédito imobiliário. 

Há também uma previsão de alta nos empréstimos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que passa de 20% para 31%. Mantendo-se praticamente estável em R$ 60 bilhões, o crédito imobiliário avançou 1% neste ano comparado a 2018. Ainda com os recursos do SBPE, o financiamento à construção aumentou 62,3% no primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, com contratações de R$ 8,2 bilhões. 

Em entrevista ao Valor, o presidente da Abecip, Gilberto Abreu, afirmou que os construtores estão voltando à ativa e movimentando o mercado de construção, cujo crescimento não passava de 5% nos primeiros semestres dos último três anos. 

Abreu também comentou que o crédito para imóveis usados cresceu 67% e constatou uma queda de 6% para imóveis novos. Segundo ele, este é um indicador do que irá acontecer no mercado. “Se estão comprando mais usados do que novos, é porque falta produto. O volume de financiamento de novas unidades depende de quanto foi construído”, completa. 

Com informações do jornal Valor Econômico.

 

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